'Novinha' rebola em cima de caixão de traficante morto na favela


Image title

Um vídeo publicado neste domingo, 13, na internet brasileira, chegou, rapidamente, a quase sete milhões de exibições nas redes sociais. A sequência mostra um veículo transportando um caixão marrom em uma comunidade. Não é possível saber com certeza onde as imagens foram gravadas, mas há quem afirme que foi em uma favela carioca. No entanto, o fundo musical é latino, o que pode fazer com que o episódio bizarro, na verdade, tenha acontecido em qualquer parte do mundo. A publicação mostra uma jovem, de bermuda curtinha, subindo em cima do caixão e rebolando muito. Ela é acompanhada por uma batida musical e por dezenas de pessoas, que estão em comemoração, ao invés da comum tristeza dos enterros por todo o planeta.

Uma colega da primeira jovem resolve fazer o mesmo. Ela também sobe em cima do caixão e começa a dançar muito. Alguns populares, talvez inconformados, jogam baldes d’água em cima das duas dançarinas. Outros homens, que estão se embriagando com cerveja, jogam um pouco do líquido dentro da calcinha delas. As meninas ficam até mais animadas, quando o líquido é jogado. Apenas após muita insistência, elas decidem sair de cima do caixão, que segue normalmente o seu cortejo até o provável local do velório e enterro.

Comentário nas redes sociais

Algumas pessoas acharam a situação macabra, desrespeitosa, enquanto outras acham que o melhor mesmo, nessas horas, é festejar, afinal, não dá para trazer a pessoa morta de volta. “Meu Deus, que muito que meu enterro seja assim, com muita cachaça e festa”, disse um internauta marcando vários amigos. Já imaginou se a moda pega? Não vai ficar pedra sobre pedra, não é mesmo?

Veja abaixo o vídeo que mostra as mulheres subindo em cima do caixão do morto na comunidade e, em seguida, rebolando bastante. Não é possível dizer ao certo onde a gravação ocorreu, mas as imagens viralizaram em todo o país. Apenas em uma das páginas que foi publicada, em poucas horas, atingiu quase sete milhões de exibições.

Fonte: Saudevidaefamilia